a dignidade da diferença
21 de Novembro de 2011

 

O outono quente do Dragão...
 

A crescente complexidade do funcionamento do capitalismo financeiro, agudizada pela preocupante demonstração de incapacidade humana para compreender todas as fases do seu processamento e adoptar uma estratégia para ultrapassar as suas gravíssimas consequências, levou ao completo desnorte dos mercados financeiros e abriu brechas profundas na estrutura económica e política a nível mundial. E enquanto isso acontece, a União Europeia, amarrada à sua política económica e monetária, ainda procura perceber até que ponto os efeitos da globalização - a progressão económica de países emergentes como o Brasil, a China ou a Índia (resta saber se acompanhada por uma melhoria concreta das condições de vida da sua população), a qual obriga a um reequilíbrio estrutural que tornará inevitavelmente mais pobre o futuro dos países ocidentais e mais precário o seu modelo social democrático – farão diminuir a influência, a todos os níveis, do velho continente e empobrecer a sua população. A preocupação perante o esgotamento e os abusos da democracia representativa é geral, a revolta perante as medidas de austeridade começa a dar sinais visíveis nalguns países – com a Grécia à cabeça -, mas até à data Portugal mantém-se como uma honrosa excepção. Como diria o Sr. Kröger, aqui só há gente boa. Gente boa, o caraças! Aguentamos civilizadamente o corte nos salários, o aumento do desemprego, a irresponsabilidade política e criminal, o estado calamitoso da Justiça; até o desaparecimento dos subsídios de férias e de natal. Mas perder um jogo de futebol com a Académica é que não pode ser. Aí temos que dizer basta! Suportamos o neoliberalismo do Pedro Steps Rabbit e a folha de cálculo do Sr. Gaspar. O Vítor Pereira, não! Como sempre, aí estamos nós na vanguarda da contestação social…

30 de Junho de 2010

 

publicado por adignidadedadiferenca às 00:04 link do post
18 de Junho de 2010

 

Um clássico absoluto contra a sonolência e a ditadura futebolística deste verão. Um momento impagável e inesquecível dos Monty Phyton.

 

 

publicado por adignidadedadiferenca às 09:47 link do post
04 de Maio de 2008

Recebi, de uma amiga, esta história por correio electrónico e vou contá-la tal como foi recebida, tendo-me preocupado somente em corrigir os habituais erros que habitam estes textos. No entanto, acredito que o país inteiro já a conheça.

Um jogador da equipa do Ajax de Amesterdão, sofreu uma falta que o levou ao chão com dores. Então, como é da praxe, a equipa adversária (de equipamente amarelo), atirou a bola para fora das quatro linhas, para que o jogador fosse assistido. Após terminada a assistência médica, o jogador do Ajax devolveu a bola à equipa contrária, mas, sem querer, acabou por fazer um golaço.
Todos, inclusivemente o autor do golo, ficaram boquiabertos, mas este foi, legal e naturalmente, validado pelo árbitro. Ao reiniciar o jogo no meio-campo, os atletas do Ajax permaneceram estáticos, permitindo que a equipa adversária fizesse também um golo, repondo a verdade do jogo.

No futebol, pelo menos, com quantos anos de atraso estamos em relação à Holanda?

publicado por adignidadedadiferenca às 02:53 link do post
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