Depois da experiência genial com os Velvet Underground (acompanhado por John Cale, Sterling Morrison e Maureen Tucker e, no disco da banana, por Nico) Lou Reed publicou, a solo, um quantidade bastante assinalável de canções. Umas boas, outras muito boas, miseráveis ou assim-assim. Embora o gosto esteja sujeito a variações temporárias, mantenho a opinião sobre aquelas que considero as obras-primas (absolutas) que fazem parte da sua discografia: Berlin (1973), New York (1989), Songs for Drella (1990, que, embora conte com a participação do «irmão desavindo» John Cale, sempre achei que merece ser considerado como um álbum de Lou Reed), Magic and Loss (1992) e The Raven (2003).
Vem isto a propósito do regresso do músico norte-americano ao nosso país para interpretar «Berlin» ao vivo, precisamente uma das suas obras máximas. Música triste, cínica, intensa e dramática, mas inesquecível e que vale uma vida. A ver, obrigatoriamente.
Caroline says I & II
The kids
The bed
Lady day