a dignidade da diferença
01 de Janeiro de 2011

 

2010 foi um óptimo ano para a música portuguesa. Não houve rupturas assinaláveis das regras anteriormente estabelecidas, mas aconteceram muitas coisas formidáveis: coordenadas desencontradas, pontos de vista singulares, estruturas musicais desalinhadas, isto é, uma série notável de novos segmentos que conduziram a música num sentido estético convergente: mais importante que o género é a marca de autor, o traço de personalidade. Pela primeira vez, em muitos anos, foi difícil encontrar um top 10. E ainda ficaram de fora belos nacos de poesia sonora como foi o caso de What Is All About dos Johnwaynes, V de Tiago Guillul, Equilíbrio dos Balla, Madrugada dos peixe:avião, ou Utopia dos Expensive Soul. Da lista, destaque sobretudo para os regressos de Pedro Burmester e dos Pop Dell'Arte.

 

 

AbztraQt Sir Q, Extimolotion

  

 

B Fachada, É Pra Meninos

 

 

Pedro Burmester, Schubert/Schumann

 

 

Camané, Do Amor e Dos Dias

 

 

Galandum Galundaina, Senhor Galandum

 

 

Mário Laginha Trio, Mongrel

 

 

München, Chaquiego

 

 

Lula Pena, Troubadour

 

 

Pop Dell'Arte, Contra Mundum

 

 

Zelig, Joyce Alive!

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