a dignidade da diferença
01 de Janeiro de 2014

Fim da recolha. Entre novidades e (primeiras) reedições, sem restrições de categorias ou géneros musicais, aqui ficam os discos que mais gostei de escutar em 2013 – no total são trinta discos os escolhidos. Destaque merecido para o opus 2 de Anna Calvi, o extraordinário e inesperado regresso da folk de Linda Thompson, a feliz aventura jazzística de June Tabor (no coletivo Quercus), Machineries Of Joy, dos British Sea Power, em cujas veias circulam revitalizados a tensão e o magnífico sangue musical dos Echo & The Bunnymen, o instinto melódico conjugado com o experimentalismo subtil do último trabalho de Laura Veirs, e para a reedição da obra integral da admirável Banda do Casaco. De fora ficaram, injustamente, Shaking the Habitual, dos arrojados The Knife - embora de digestão algo difícil, mas o futuro pertence-lhes -, o precioso classicismo de Electric, de Richard Thompson, ou o mais recente, introspectivo e belíssimo trabalho dos These New Puritans. Não é possível, contudo, incluir todos. The Jazz Age, da Bryan Ferry Orchestra, e The Sparrow, de Lawrence Arabia, também ficaram de fora. Estes, porém, deixei-os à margem por outra razão. Embora só os tenha escutado em 2013, foram na realidade publicados durante o ano de 2012.

 

  

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

02 de Janeiro de 2011

 

A quantidade de música escutada durante o ano que findou é absolutamente irrelevante se confrontada com a produção musical do mesmo no panorama internacional. Não podemos, por essa razão, elaborar uma lista dos melhores. Fica então uma pequena amostra dos discos de que mais gostámos. Ficaram de fora, mas podiam perfeitamente ter entrado, Sigh No More, dos Mumford & Sons, I Speak Because I Can, de Laura Marling (talvez o melhor disco folk), Queen Of Denmark, de John Grant, The Wonder Show Of The World, de Bonnie ‘Prince’ Billy, Eleanora Fagan To Billie With Love, de Dee Dee Bridgewater, Broken Record, de Lloyd Cole, e Scratch My Back, de Peter Gabriel. Os Vampire Weekend e The National excederam-se em relação aos álbuns anteriores, Marcos Valle ressuscitou literalmente, foi dos Empirical a melhor homenagem do ano (a Eric Dolphy), e os Efterklang terminaram 2010 em beleza. Fica a lista.

 

    

 

  Laurie Anderson, Homeland

 

 

 

  Dropkick Murphys, Live On Lansdowne Boston MA

 

 

  Efterklang, Magic Chairs

 

 

 Empirical, Out 'n' In

 

  

  Field Music

 

 

 

  Michael Formanek, The Rub And Spare Change

 

 

 

  The Gaslight Anthem, American Slang

 

 

 

  Matthew Herbert, One One

 

 

 

 Keith Jarrett/Charlie Haden, Jasmine

 

 

 

Leoncavallo/Veronesi/Domingo, La Nuit De Mai

 

 

The National, High Violet

 

 

  Arvo Pärt/Esa-Pekka Salonen, Sinfonia n.º 4

 

 

 

Richard Strauss/Haitink, Eine Alpensinfonie

 

 

 

  Stravinsky/Boulez, Pierre Boulez Conducts Stravinsky

 

 

 

  Stravinsky/Revuelta/Dudamel, Rite

 

 

 

  Marcos Valle, Estática

 

 

 

Vampire Weekend, Contra

 

 

The Walkmen, Lisbon

  

 

The Wave Pictures, If You Leave It Alone

  

 

Vários, Pulp Fusion

23 de Dezembro de 2008

 

5. Vampire Weekend «I Stand Corrected»

 

 

 

4. Two Banks Of Four «Queen Of Crows»

 

 

 

3. Cat Power «Metal Heart»

 

 

 

2. Bill Fay «Garden Song» (1970)

 

 

 

1. My Brightest Diamond «From The Top Of The World»

 

 

publicado por adignidadedadiferenca às 19:51 link do post
12 de Julho de 2008

Só fui ao Optimus Alive! 08, em Oeiras, no primeiro dia (10 de julho) e apenas para ver estas três bandas: Vampire Weekend, The National e Gogol Bordello. Ao concerto dos Vampire cheguei atrasado, mas o que ouvi agradou-me bastante (menos a tenda onde tocaram). Os The Nacional foram muito, muito bons, mas admito que já ia preparado para gostar. Músicos verdadeiramente inspirados deram uns espectáculo sempre em crescendo que só não foi perfeito porque o palco principal do festival não será propriamente o ideal para captar a atmosfera das suas canções (principalmente as de «Boxer»). Para o final, o melhor. Um concerto verdadeiramente alucinante dado por uma banda completamente tresloucada que ofereceu ao público 70 minutos de música assombrosa e multicultural, num ritmo impossivelmente acelerado, endiabrado e contagiante. Todos os que ficaram até ao fim já não tinham mais nada para dar, se uns já estavam ébrios com o álcool os outros ficaram ébrios com a música. Uma festa para o corpo e para os sentidos. Como ainda não há registo dos concertos em Oeiras, fica aqui uma pequena amostra do que estas bandas são capazes.

 

Vampire Weekend

 

The National

 

Gogol Bordello

publicado por adignidadedadiferenca às 16:19 link do post
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