a dignidade da diferença
31 de Dezembro de 2015

 

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Francisco Bethencourt, «Racismos, Das Cruzadas ao Século XX»

 

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Italo Calvino, «Porquê Ler os Clássicos?»

 

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John Darwin, «Ascensão e Queda dos Impérios Globais 1400-2000»

 

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Atul Gawande, «Ser Mortal»

 

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Ivan Gontcharov, «Oblomov»

 

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Javier Marías, «Assim Começa o Mal»

 

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Olivier Rolin, «O Meteorologista»

 

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Carl Schmitt, «O Conceito do Político»

 

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François Truffaut, «Os Filmes da Minha Vida»

 

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Voltaire, «Tratado Sobre a Tolerância»

 

publicado por adignidadedadiferenca às 10:10 link do post
27 de Dezembro de 2015

 

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The Apartments, «No Song, No Spell, No Madrigal»

 

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Camané, «Infinito Presente»

 

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Giuliano Carmignola, «Bach: Violin Concertos»

 

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Fred Hersch, «Solo»

 

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Julia Holter, «Have You in My Wilderness»

 

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Pavel Haas Quartet, «Smetana: String Quartets»

 

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Schlippenbach Trio, «Features»

 

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Shye Ben Tzur, Jonny Greenwood and The Rajasthan Express, «Junun»

 

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Richard Thompson, «Still»

 

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The Unthanks, «Mount the Air»

 

publicado por adignidadedadiferenca às 18:57 link do post
22 de Dezembro de 2015

 

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Paul Thomas Anderson, Vício Intrínseco

 

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Peter Bogdanovich, Ela é Mesmo... o Máximo!

 

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Hou Hsiao-Hsien, A Assassina

 

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Hayao Myiazaki, As Asas do Vento

 

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Nanni Moretti, Minha Mãe

 

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Christian Petzold, Phoenix

 

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Alice Rohrwacher, O País das Maravilhas

 

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Retrospectiva de Roberto Rossellini

 

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Retrospectiva de Jacques Tati

 

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Frederick Wiseman, National Gallery

 

publicado por adignidadedadiferenca às 01:43 link do post
18 de Dezembro de 2015

O lendário quinteto de Miles Davis, constituído pelo próprio, e ainda por Wayne Shorter, Herbie Hancock, Ron Carter e Tony Willians em digressão europeia pela Europa durante o ano de 1967, na qual sobressaiu a acuidade melódica dos seus instrumentistas, sendo igualmente de louvar o seu entusiasmo e a sua paixão pelo ritmo, numa rigorosa e quase telepática comunicação musical, assaz reveladora da sua enorme capacidade de improvisação e composição de um consistente e vibrante edifício orquestral, desbravando novos terrenos para o jazz.

 

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«Naturally, it is at the tall end of the arc that one would except to find the music that captured Miles, Wayne, Herbie, Ron and Tony at the top of their game, challenging and supporting each other, taking changes in the performances that most other groups would not dream of doing publicity. The performances on this collection reveal precisely that. During a multiple-week European tour at the close of their last full year together, the group was sporting a fully integrated sound that felt refreshingly modern: spontaneous and unusual yet with the familiar passion for melody and rhythmic excitement that had always been primary elements in all that Miles David touched. That it took place in 1967, a pivotal year on so many levels, had more than a little to do with it»

Michael Cuscuna/Richard Seidel, 2011

 

Gingerbread Boy (Jimmy Health)

11 de Dezembro de 2015

 

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Para quem se recorda das screwball comedies de Hawks, Sturges, Capra ou Cukor na época de oiro do cinema clássico americano, do seu ritmo extravagante e da velocidade alucinante dos seus diálogos, o estilo do mais recente filme de Peter Bogdanovich (Ela é Mesmo... o Máximo, no título em português) não será propriamente uma novidade, pois nele sobressai um número significativo de referências ao cinema clássico americano. Após uma longuíssima ausência – a sua obra anterior, The Cat's Meow, data já de 2001 – Peter Bogdanovich regressa com uma comédia elegante e deliciosamente libertina, dinâmica, engenhosa, subtil e inteligente, capaz de ombrear com as mais sofisticadas e saudosas comédias de Woody Allen. O filme do cineasta norte-americano é um pequeno tratado sobre encontros e desencontros nas relações humanas, uma divertida coreografia em torno de pessoas que se descobrem frequentemente em circunstâncias equívocas. Classicista até à medula – é bem conhecida a sua veneração pelas velhas glórias de Hollywood, os primitivos Dwan, Lubitsch, Cukor, Hawks, Hitchcock, Ford ou Walsh -, o humor de Bogdanovich não traz nada de novo ao cinema em geral e à comédia em particular; porém, o seu particular talento de coreógrafo permite-lhe desenvolver as mais diversas possibilidades de encenação de uma comédia – a composição dos planos, as figuras, os encadeamentos expressivos – actualizando uma simples história de uma call girl que pretende ser atriz, que gira em torno de uma prostituta, do amante, da sua mulher e do amante desta, sugerindo algo mais significativo do que um mero exercício retro de pura nostalgia.

 

 

publicado por adignidadedadiferenca às 19:28 link do post
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